Não acredito, não acredito, e repito mil vezes que não acredito. Conhecia você como a palma de minha mão, era meu amigo de infância, minha paixãozinha escondida, que obviamente já passou... Era o meu herói vamos dizer. Quem eu sabia que podia confiar de olhos fechados, que sempre esteve ali. Nós falávamos coisas absurdas, nos chamávamos de coisas obscenas. Mas você me deixou de lado, como segundo plano. Trocou-me por ela, mas sabe o que mais me irrita, me trocou por uma simples infantilidade, me trocou por um termo inútil, me trocou por que ela era mais “gostosa” do que eu. Você me conhece bem, podes negar, mas nada irá tirar essa conclusão de minha mente. Perguntaram-me, se eu conhecia você, pensei e respondi “Não mais”.

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